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    O elefante-marinho com o apoio de Portocel foi devolvido ao mar

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    O elefante-marinho apelidado de “Fred” ficou conhecido pelos capixabas por visitar, repetidas vezes, o litoral do Espírito Santo em busca de descanso e alimentação. 
    No início deste ano, ele mostrou sinais de debilidade e foi recolhido para um tratamento que durou 139 dias. No último dia 12/06, Fred foi devolvido ao seu ambiente natural e, com o apoio de Portocel, associado da ATP, está sendo monitorado após a soltura.

    Segundo o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), o processo de resgate, reabilitação e soltura do elefante-marinho foi arcado pelo Plano de Monitoramento das Praias que, no entanto, não englobava a fase de monitoramento pós-soltura. Para isso, foi solicitado o apoio de Portocel, que disponibilizou recursos financeiros para esse trabalho.

    Fred foi solto na praia de Guriri, em São Mateus, onde foi tratado em uma base do Projeto de Monitoramento de Praias da Petrobras. Ele foi reintroduzido ao habitat natural por técnicos do Projeto de Monitoramento de Praias, do Iema, do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram) e do Instituto Mamíferos Aquáticos (IMA).

    A ação também teve auxílio do Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG-RS) e do Instituto Baleia Jubarte (IBJ), que é o representante da Rede de Encalhes de Mamíferos Aquáticos do Sudeste (Remase), no litoral norte capixaba.

    A partir de agora, caso seja reavistado em alguma praia, Fred poderá ser identificado com mais facilidade pelos pesquisadores, por apresentar brincos com numeração nas nadadeiras posteriores e um chip sob sua pele, instalados pelo IMA.

    Outra novidade é que Fred está equipado com uma antena instalada pelos técnicos do Nema (FURG-RS), o que permitirá acompanhar seu deslocamento via satélite. Esse monitoramento permitirá conhecer melhor o comportamento do Fred em nosso litoral.

    Segundo o médico veterinário do Ipran, Luiz Felipe Mayorga, o dispositivo tem duração de dois anos, mas o histórico deste trabalho em outras situações mostra que o animal consegue mantê-lo por no máximo três meses. Atualmente, Fred encontra-se no mar de Abrolhos, na Bahia.

    Fred apareceu no litoral capixaba no dia 25 de janeiro de 2017 e precisou ser recolhido por estar bastante debilitado e por ter perdido muito peso. Agora, mais forte e saudável, está pesando 800 quilos. Fonte: Assessoria de Imprensa - PORTOCEL


     

    Joana Wightman
    Coordenação de Comunicação ATP
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    Publicado em 26/06/2017
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